...Penso, penso e desisto...
Finjo, finjo e me obrigo
A escutar o tumulto das moças desvairadas
Que antes amadas, enchiam-me de pudor.
...Sinto, sinto e sigo...
Correndo do último dia,
Do momento derradeiro
Que me fez voltar ao princípio
Antes estimado, agora desastrado e terminado.
Minto saudades daquilo que me levaram
Sinto vontades concuspiscentes por transgredirem
meu âmago..
Desisto dos sentimentos antes cultivados interiormente
simplesmente pelo desgosto de não mais senti-los.
Markoz Montello
quarta-feira, 2 de maio de 2012
sexta-feira, 17 de junho de 2011
FUNÇÃO
Estou, intimamente, vivendo em função
Em função do outro, do mundo.
Não estou me reconhecendo,
levando em consideração o preceito da liberdade.
Mas, qual a verdadeira liberdade?
A do velho Sartre ou, dos mais velhos, Estóicos.
Não sei. Só sei que vivo em função.
Não do meu eu, tavez em função das coisas..
Vivo em função da Matemática,
Da Biologia,
Da Psicologia,
Das mais belas letras..
Mas, mais além, vivo em função da Filosofia..
Vivo em função de uma familia que molda-me,
De uma música que escuto para satisfazer meus sentimentos,
Aí, aí..Quer prova maior que essa de dependência?
Subjulgamos a música para ficarmos melhores das angústias
Opa, mais quem vive em função sou eu e não ela.
Ela..vivo em função dela.
Não só da música, mas dela.
Vivemos em função dele que nos trás ele ou ela.
No meu caso, Ela.
O amor é nossa maior necessidade..
A função do amor, assim como a música, também é subjulgar.
Subjulgar ele ou ela.
Viver em função...
Não temos outro caminho no mundo da práxis..
Vamos mudar o mundo?
Talvez, vivemos menos em função.
Mas, nunca sem ela.
Marcos Montello
Em função do outro, do mundo.
Não estou me reconhecendo,
levando em consideração o preceito da liberdade.
Mas, qual a verdadeira liberdade?
A do velho Sartre ou, dos mais velhos, Estóicos.
Não sei. Só sei que vivo em função.
Não do meu eu, tavez em função das coisas..
Vivo em função da Matemática,
Da Biologia,
Da Psicologia,
Das mais belas letras..
Mas, mais além, vivo em função da Filosofia..
Vivo em função de uma familia que molda-me,
De uma música que escuto para satisfazer meus sentimentos,
Aí, aí..Quer prova maior que essa de dependência?
Subjulgamos a música para ficarmos melhores das angústias
Opa, mais quem vive em função sou eu e não ela.
Ela..vivo em função dela.
Não só da música, mas dela.
Vivemos em função dele que nos trás ele ou ela.
No meu caso, Ela.
O amor é nossa maior necessidade..
A função do amor, assim como a música, também é subjulgar.
Subjulgar ele ou ela.
Viver em função...
Não temos outro caminho no mundo da práxis..
Vamos mudar o mundo?
Talvez, vivemos menos em função.
Mas, nunca sem ela.
Marcos Montello
quinta-feira, 9 de junho de 2011
SER E CONTEMPLAR O VASCO.
Ser vascaíno não é simplesmente torcer por um time qualquer.
Ser vascaíno é saber que temos uma história de respeito e iguladade com outro.
Ser vascaíno é chorar na derrota, mas, mais ainda na vitória, mesmo quando essa vem com derrota.
Os torcedores vascaínos são diferentes de qualquer outro.
Ser vascaíno é passar 8 anos sem titulos de expressão,
E mesmo assim, continuar a expandir sua enorme torcida, contando suas glórias para os recém-nascidos.É semear tradição e colher conquistas demasiadas.
Não é ser campeão do nada, é, nesse processo, lutar, brigar e, no fim, VIBRAR.
Ser vascaíno é faltar palavras para descrever a imensidão desse time de VENCEDORES.
Ser vascaíno é contemplar seus ídolos como DEUSES.
E saber que no olimpo de grandes vitórias, que é o nosso caldeirão
Tem, um deles, resguardando as nossas muralhas, essas, intransponiveis.
Ser vascaíno é mexer com o coração...
E com a alma.
Ser vascaíno é não ter que provar nada a ninguém,
É saber que o futebol brasileiro nos deve uma grande parcela de consideração,
Pois, se não fosse o VASCO, não teriamos um Rei.
Enfim, ser vascaíno é isso..
É está interligado com a história..
Ser vascaíno é ser imortal..
É vivenciar uma GLÓRIA ETERNA!
Marcos Montello
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Estamos.
Quero o tempero dos dias,
A flor com perfume exalando,
que faz expandir poesia,
essa concreta.
Não quero mais tanta dramatização,
Com o que vemos na televisão,
Pois a realidade também é concreta
A ferro e fogo.
A fé já não tem mais visão,
Já foi ultrapassada pela repetição dos acontecimentos,
Que antes nos colocava medo e nos faziam ser piedosos.
A piedade agora é dá o pão e esperar a recompensa,
Quando se faz o bem já se pede perdão,
Perdão encalcado no descaso da vida retilinea
E sem curvatura para escoar as lágrimas.
Somos senhores e servos dos dias.
Senhores do presente e do futuro,
Mas, mais ainda, servos do passado.
Marcos Montelo
A flor com perfume exalando,
que faz expandir poesia,
essa concreta.
Não quero mais tanta dramatização,
Com o que vemos na televisão,
Pois a realidade também é concreta
A ferro e fogo.
A fé já não tem mais visão,
Já foi ultrapassada pela repetição dos acontecimentos,
Que antes nos colocava medo e nos faziam ser piedosos.
A piedade agora é dá o pão e esperar a recompensa,
Quando se faz o bem já se pede perdão,
Perdão encalcado no descaso da vida retilinea
E sem curvatura para escoar as lágrimas.
Somos senhores e servos dos dias.
Senhores do presente e do futuro,
Mas, mais ainda, servos do passado.
Marcos Montelo
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Aos poucos que aqui estão...
O instante da criação se dá num colar de corpos, num fugaz querer, bem ou mal, do supremo: o HOMEM! Distante daquilo que se chama desejo, a vivacidade, o ímpeto se sobrepõe. Igualmente, o morrer também é um instante, o da perda. Embora muitos digam que essa não é definitiva, não se enganem, é um finito. Podemos prevê, anteceder e até promover a agônia da morte, entretanto, Não a retardaremos por muito tempo, esse tempo não se estende até o sempre, mas sim, até o mais tarde. Sabe o que podemos fazer? Acumular felicidades do Nascer, Sofrer as tantas perdas do morrer e, Torcer para que tudo isso continue a acontecer.. Marcos Montello
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Novo.
Um dia fui felicidade, agora não tenho a noção do perder.
Tudo se transfigurou e me trouxe o vazio.
Queria, nem se fosse, uma gota d'água, um afago.
Não preciso mais de calma.
A calma só acalma o movimento,
Preciso de mais alma, para sair de déu em déu.
Bater à porta de todo mundo e deixar o pensamento fluir.
Não necessito mais da mesma coisa, pois o mundo já evoluiu.
Gravar figuras na mente já é babaquice, trazer consigo é tolice.
O novo, daqui a um segundo, já não é mais novo.
Tudo já ficou...já se transfigurou...já bateu em outra porta de novo.
Markoz Montello
Tudo se transfigurou e me trouxe o vazio.
Queria, nem se fosse, uma gota d'água, um afago.
Não preciso mais de calma.
A calma só acalma o movimento,
Preciso de mais alma, para sair de déu em déu.
Bater à porta de todo mundo e deixar o pensamento fluir.
Não necessito mais da mesma coisa, pois o mundo já evoluiu.
Gravar figuras na mente já é babaquice, trazer consigo é tolice.
O novo, daqui a um segundo, já não é mais novo.
Tudo já ficou...já se transfigurou...já bateu em outra porta de novo.
Markoz Montello
quinta-feira, 29 de julho de 2010
O que eu quero ser?
Todos que sonham com o sucesso, de repente se deparam com a realidade fria e cheia de obstáculos, então começam a derrubarem barreiras, que, mais tarde erguem-se cada vez mais altas; essas pessoas não sabem o verdadeiro significado da vitória, mas sim o incrivel gosto em ultrapassar o antes não imaginado. Ser e parecer não é a mesma coisa quando temos em cada uma das mãos duas coisas que podem ser e parecer alcançadas, uma é o utópico a outra, realidade como se mostra. O que temos que fazer é desejar ser aquilo, que de alguma forma, imaginamos ser o que não somos agora. Isso seria sonhar? Não! Seria projetar algo embasado por possibilidades que me levam a pensar uma realidade alcaçavel; agora como vamos fazer isso, depende de cada um, depende de cada visão de mundo, de cada ser inserido nesse globo com diversas naturezas humanas.
Markoz Montello
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Maria.
Encontro-me exilado em um farol bem alto,
De lá, vejo sob meus olhos, os cachos de Maria
Que passam irradiando uma simplicidade natural,
Aquela mesma simplicidade que me fez trancafiar-me.
Ela tem a sagacidade de uma meretriz
E a obediência de uma mulher grega,
Solitária, mas sempre disposta ao amor.
Tenho, todos os dias, horário marcado com Maria,
Entretanto, nunca tive a felicidade de um aceno, de um olhar.
Estou muito alto para qualquer tentaviva de retribuição.
De lá, longe, alto, isolado da terra, fico a desejar melhor sorte,
Para o próximo que se encantará por Maria, mas, dificilmente
Terá destino diferente, sendo que o amor ja possou por ela e teve a mesma odisséia de sofrimento.
Com um jeito faceiro e cheio de prisões
Consegue de qualquer pessoa um sorriso espontâneo,
Provoca entre as do mesmo sexo inveja e ódio..
Ódio que lhe deixa mais bela e desejavel, cada vez que é importunada por mulheres sem vida..
Maria é linda...Vou ficar a continuar a olha-la de longe, lá do alto, sem me importar com lá embaixo.
Marcos Montello
De lá, vejo sob meus olhos, os cachos de Maria
Que passam irradiando uma simplicidade natural,
Aquela mesma simplicidade que me fez trancafiar-me.
Ela tem a sagacidade de uma meretriz
E a obediência de uma mulher grega,
Solitária, mas sempre disposta ao amor.
Tenho, todos os dias, horário marcado com Maria,
Entretanto, nunca tive a felicidade de um aceno, de um olhar.
Estou muito alto para qualquer tentaviva de retribuição.
De lá, longe, alto, isolado da terra, fico a desejar melhor sorte,
Para o próximo que se encantará por Maria, mas, dificilmente
Terá destino diferente, sendo que o amor ja possou por ela e teve a mesma odisséia de sofrimento.
Com um jeito faceiro e cheio de prisões
Consegue de qualquer pessoa um sorriso espontâneo,
Provoca entre as do mesmo sexo inveja e ódio..
Ódio que lhe deixa mais bela e desejavel, cada vez que é importunada por mulheres sem vida..
Maria é linda...Vou ficar a continuar a olha-la de longe, lá do alto, sem me importar com lá embaixo.
Marcos Montello
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Cadê os antigos escritos?
Ando ausente de mim mesmo, estou erradio.
Perdi o caminho das letras, que antes me confortava.
Os poemas criaram morfo, o papel amarelou com o tempo..
Tento traçar uma direção novamente, não consigo.
Os pensamentos que fluiam tão espontâneamente
Desistiram de atingir-me e puseram-me enclausurado com o meu eu.
As articulações que moviam as minhas mãos ficaram duras, brutas.
Escrevo coisas vis, sem propósito algum, por favor,
Que emprestá-me outra mente? Daí-me luz!
Tentar voltar, sempre estou disposto.
Encontrar as palavrinhas que me embalavam
É minha sina. Vou atrás agora, de um lápis e uma
borracha para recomeçar e apagar tudo que criei.
Marcos Montello
Perdi o caminho das letras, que antes me confortava.
Os poemas criaram morfo, o papel amarelou com o tempo..
Tento traçar uma direção novamente, não consigo.
Os pensamentos que fluiam tão espontâneamente
Desistiram de atingir-me e puseram-me enclausurado com o meu eu.
As articulações que moviam as minhas mãos ficaram duras, brutas.
Escrevo coisas vis, sem propósito algum, por favor,
Que emprestá-me outra mente? Daí-me luz!
Tentar voltar, sempre estou disposto.
Encontrar as palavrinhas que me embalavam
É minha sina. Vou atrás agora, de um lápis e uma
borracha para recomeçar e apagar tudo que criei.
Marcos Montello
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A borboleta que se foi.
A borboleta voou lá pras bandas do Rio,
Deixou por cá, saudade e desespero.
Ela que sempre deseja a liberdade,
Foi buscar a plenitude e a salvação dos seus pequenos problemas.
Levou juntamente belas lembranças
D'um campo florido e harmonioso
Onde passara quase toda sua vidinha, intensa!
Agora fico a me perguntar:
Será que um dia ela há de passar novamente por cá?
Já que ela saiu batendo asas sem rumo, perderá o caminho de casa?
Desse campo sempre tão á espera dela?
Isso não tenho certeza.
Só espero que uma lestada a traga de volta
Para o seu lar, pois aqui vai encontara os galhos
Onde pode repousar toda sua beleza e tranquilidade.
Markoz Montello
[...Dedicado a uma amiga que sempre desejou voo mais altos. Saudades...]
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Vida e Morte, Morte e Vida.
Morte! Medo de quem vive.
Vida! Desespero humano!
Duas coisas antagônicas que ao mesmo tempo parecem tão próximas.
Saõ também duas coisas inesperadas.
Vida!
Quem vive esquece que já está, aos poucos, morrendo.
Morte!
Quem está morto nem sequer esquece, nem lembra, só está morto.
Morte!
Do amor..
Da solidão..
Um Adeus!
Vida!
Um encontro..
Um desejo..
Uma despedida.
Markoz Montello
Vida! Desespero humano!
Duas coisas antagônicas que ao mesmo tempo parecem tão próximas.
Saõ também duas coisas inesperadas.
Vida!
Quem vive esquece que já está, aos poucos, morrendo.
Morte!
Quem está morto nem sequer esquece, nem lembra, só está morto.
Morte!
Do amor..
Da solidão..
Um Adeus!
Vida!
Um encontro..
Um desejo..
Uma despedida.
Markoz Montello
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Uma simples separação
Venho achando que a separação
Faz muito bem quando não se tem certeza
Da cumplicidade entre dois amantes,
Que o parecer e ser nos mostra diferentes.
Não adianta levar a cabo
Palavras que são ditas ao vento
Sem interesses comuns, que não passam de momentos.
Porém, um amor não sobrevive só com felicidades
Tem que ter necessariamente vontades de brigarem
Nem que seja por mais lealdade.
Todo o bem-querer tende a um pouco
De tristeza, pois se não haver tirteza onde
Se virá a beleza?
Bem vindo ao mundo de Eros.
Markoz Montello
Faz muito bem quando não se tem certeza
Da cumplicidade entre dois amantes,
Que o parecer e ser nos mostra diferentes.
Não adianta levar a cabo
Palavras que são ditas ao vento
Sem interesses comuns, que não passam de momentos.
Porém, um amor não sobrevive só com felicidades
Tem que ter necessariamente vontades de brigarem
Nem que seja por mais lealdade.
Todo o bem-querer tende a um pouco
De tristeza, pois se não haver tirteza onde
Se virá a beleza?
Bem vindo ao mundo de Eros.
Markoz Montello
Ma
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Venho dá adeus ao ontem..
Ele me causou muitas brigas e intrigas
Com quem, realmente, eu gostava desejar
fui desprovido de levar á sério o sentimeto
Mais sincero que o homem a de sentir.. [ amor]
Sabem o que é isso?
A única coisa que me resta é um litro de wiske
Pois já como dizia, o poeta e diplomata Vinicius
" O wiske é um cachorro engarrafado" ou algo parecido..
Ele me causou muitas brigas e intrigas
Com quem, realmente, eu gostava desejar
fui desprovido de levar á sério o sentimeto
Mais sincero que o homem a de sentir.. [ amor]
Sabem o que é isso?
A única coisa que me resta é um litro de wiske
Pois já como dizia, o poeta e diplomata Vinicius
" O wiske é um cachorro engarrafado" ou algo parecido..
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Acaso, seja o que tu quiseres!

Sempre me animei com o Acaso...
Sendo ele o inesperado, me deleito
Nos seus braços sem saber se tudo dará certo,
Gosto até das coisas ínfimas proporcionadas por ele.
Ele, Ele...Na minha vida és um Deus! Sim um Deus,
Como nunca existiu. Na vida de cada um age diferentemente,
Na minha pregou algumas discórdias, intrigas, enfim, já foi um algoz,
Mas nem por isso o ignoro, ao contrário, dou-lhe uma importância gigantesca.
Acho que desprezá-lo é apenas motivação para os fracos!
Fracos esses que não entendem o real eveito, que Ele concede aos
Homens de espiritos limpo.
Mortes, Desgraças, Tragédias....Estão unidas á....Felicidade, Amor, Paixão.
Cada um só vai parar de não leva-lo á sério,
quando pararem de culpa-lo só depois que algo ruim
aconteceu. Temos que pensar antes no sentido de cada coisa que nos aguarda.
Mas tentando prever o que vai nos acontecer, fazendo isso, será que não
estariamos contrariando o acaso?
Certamente, sim, pois Ele tem vontade própria e não tem que dá qualquer
tipo de aviso aos que o espera, esperançosos, trazendo consigo apenas boas surpresas..
Surpresas...Essa palavra define muito bem o que é esse Deus-Tirano. Nem se é possivel esse substantivo, "Deus-tirano', entretando,tenho certeza que Ele, ora é um, ora é outro.
Até o momento,que agora está se passando, continuará se passando infinitamente, tudo por causa do nosso Comandande Acaso...
Será que você será o mesmo, quando Ele passar sobre seus pés?
Makoz Montello
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Espiritos separados.
... Não encontro mais espiritos retilíneneos,
Tú foste o último que passou por mim,
Passou, passou...por pouco não deixou
A lentidão do derradeiro romance exalar.
... Fui aconselhado a me apaixonar novamente
Como me entregar sem sentir vontade de sentir?
Sucumbi antes de arriscar um novo amor.
Já não sou mais crível por ninguém, não sei se ainda sou alguém!
... Olho de lado e vejo carmas que me delinearam constantemente.
Nossas vidas se curvaram perante um tirano chamado futuro
Eu, como um simples ator, fui coadjuvante da cena que
Trazia você amando outro alguém; bricando de atuar, quis te sequestrar.
... Levo agora a ilusão no meu peito, onde vontade e saudade
Emergem de uma só vez, vindo do fundo, do profundo ato
De letargia, para depois submeter-se a roda viva de amargura.
Tú foste o último que passou por mim,
Passou, passou...por pouco não deixou
A lentidão do derradeiro romance exalar.
... Fui aconselhado a me apaixonar novamente
Como me entregar sem sentir vontade de sentir?
Sucumbi antes de arriscar um novo amor.
Já não sou mais crível por ninguém, não sei se ainda sou alguém!
... Olho de lado e vejo carmas que me delinearam constantemente.
Nossas vidas se curvaram perante um tirano chamado futuro
Eu, como um simples ator, fui coadjuvante da cena que
Trazia você amando outro alguém; bricando de atuar, quis te sequestrar.
... Levo agora a ilusão no meu peito, onde vontade e saudade
Emergem de uma só vez, vindo do fundo, do profundo ato
De letargia, para depois submeter-se a roda viva de amargura.
Markoz Montello
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Em busca de outras
Ser grande não é o bastante
Para o nosso amor.
Cada instante é demais
Pra compreender o significado
dos dias passasdos juntos.
Nosso mundinho materialista
Nos absorveu de vez,
Tudo ficou sóllido aos nossos olhos,
Até os corações...
Meu peito ficou pesado
Seus lábios congelaram.
Via ao redor, montanhas de concretos
Se erguendo desesperadamente
E você, frenética, correndo...
Não lhe conhecia mais...
Perdi sua identidade,
Tudo ia se varrendo, desabando.
Nosso amor, que um dia foi transparente,
Se escondeu atrás das nossas perdas.
Fiz as malas e caminhei
Saí sem fazer alarde, calmamente chorei.
Lembrei das alegrias e dasgraças.
As lágrimas enxuguei e fui ao encontro da perfeição.
Deixo-lhe na porta da geladeira um bilhetinho
Explicando a minha ida
Não fiquei, pois respostas não queria
Quando voltar lá, vai encontrar o vázio despido.
corri, corri, corri...
Em busca da solitude que me faz bem
Se bem é está só, meu bem, digo-lhe que cresci e felicidade encontrei nos braços teus. Deixe-me ir em paz, atrás da outra que me dará
mais, mais e mais..
Compaixão, perdão e solidão.
Markoz Montello.
Para o nosso amor.
Cada instante é demais
Pra compreender o significado
dos dias passasdos juntos.
Nosso mundinho materialista
Nos absorveu de vez,
Tudo ficou sóllido aos nossos olhos,
Até os corações...
Meu peito ficou pesado
Seus lábios congelaram.
Via ao redor, montanhas de concretos
Se erguendo desesperadamente
E você, frenética, correndo...
Não lhe conhecia mais...
Perdi sua identidade,
Tudo ia se varrendo, desabando.
Nosso amor, que um dia foi transparente,
Se escondeu atrás das nossas perdas.
Fiz as malas e caminhei
Saí sem fazer alarde, calmamente chorei.
Lembrei das alegrias e dasgraças.
As lágrimas enxuguei e fui ao encontro da perfeição.
Deixo-lhe na porta da geladeira um bilhetinho
Explicando a minha ida
Não fiquei, pois respostas não queria
Quando voltar lá, vai encontrar o vázio despido.
corri, corri, corri...
Em busca da solitude que me faz bem
Se bem é está só, meu bem, digo-lhe que cresci e felicidade encontrei nos braços teus. Deixe-me ir em paz, atrás da outra que me dará
mais, mais e mais..
Compaixão, perdão e solidão.
Markoz Montello.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Minha Colombina
Imaginar o impossivel é impossivel
Sonhar com o que não se
Pode realizar é desprezivel
Podemos até fingir conquistas
Mas não nos esquecemos que
Sobrevivemos sem mentiras.
Encontrei-a sem querer e, sem perceber, também achei meu lugarzinho no mundo, pois estava jogado ao léu. Já fizemos promesas, marcamos encontros....fizemos juras de amor um ao outro.
Nunca nos tocamos, ainda não nos sentimos, entretanto, a sensibilidade intuitiva dela me permanece viva. Quem sabe, num dia qualquer, o acaso nos coloque frente á frente, assim, sem mais nem menos, para depois ninguém reclamar dos desencontros.
Não consigo sequer ser falso com essa criatura que dia-a-dia, alegra-me. Já me decifrei todo pra ela. Contei segredos, decepções, enfim, algumas angústias. Dei-lhe a minha chave.
Ela Colombina, eu Pirrot, os outros já se tornaram pouco diante do nosso, breve e pequeno amor. Acabando essas linhas tortas, apenas penso e digo:
Há um tempo para nós dois
Eterno, sem medições, que
Encantará nossos dois corações.
Há de vir um gesto sereno, profundo
Que partirá do peito á caminho da alma.
A primeira vista vamos parecer duas
Coisas bobas, mas com um singelo abraço
Sentiremos nossas todas vontades adormecidas
Surgirem...
Cansei de escrever, resta-me agora esperar, esperar, esperar.
Markoz Montello
terça-feira, 9 de junho de 2009
FEITO DE ÉTER

O baixo temor que tenho
Por você me faz perceber
Um homem muito mais viril
D'um jeito que só Deus sentiu.
Finjo amor por você
Pra me salvar dos tédios
Dos ponteiros dos fuso-horários
Vivo anti-horário.
Salve-me se puder,
Preciso mentir amor
Nessa bestidão de vida,
Jogar água de sal nas feridas.
Venho de um mundo
Totalmente racional
Onde não cabe ser
Minimamente incomum.
Onde um mais um é dois
Vivo entre a solidão e o depois.
Flores, chocolates, poemas...
Pra poder comer a mocinha
[ do cinema...
Queria sentir um amor anti-cristão
De morrer nas cruzes da confissão]
Cadê as cartas que te dei?
Será que o vento levou
Ou tú rasgas-te sem amor?
Olhe bem, não estou pedindo
Permissão pra desligar a televisão
da minha cabeça, pois a atenção
está do meu lado, assim como o tempo
está pro destino dos infelizes.
Camisa-de-força perene
As loucuras sãs da vida,
Que a gente teima em endoidecer,
Despedaçar a sobriedade divina.
Tento acabar com as marcas
Juvenil de ontem, sem
Perguntar ao menos como
Fazer o novo.
Vou embora sem respostas
Dadas, você as deixou implícitas
e guardadas do lado de fora
da nossa casa.
Markoz Montello / Tárcito Lear.
sábado, 30 de maio de 2009
Quem sabe um dia..

Meus sonhos e planos
Estão ficando acumulados
Minha vida está totalmente
parada...
Penso apenas em me suicidar
Estragar outras vidas que me
Querem bem...
As alternativas de saída da monotonia
As alternativas de saída da monotonia
Estão todas de cabeça pra baixo
E o descaso da multidão morta
Parece cada vez mais densa.
Vejo todo mundo iludido
E fazendo pedidos em vão
Todos levantando as mãos
calados e atados até os pés
implorando feito fiéis.
Corações palpitam precipitados
Esperando uma solução e, quem sabe,
Um perdão mesquinho do além,
Desesperado estou...
será que alguém me quer bem?
O que antes era paraíso
Se transformou em abismo
Onde não se dar pra olhar
O fim do pecipicio.
Ninguém pode hoje se dar
O luxo de perder o que ganhou
estamos cada vez mais egoístas,
prepotentes.
Nossas cabeças estão fervilhando
estupidez, pensamos apenas em nudez.
Os circos desceram as lonas longas
Mudaram os palahaços que antes
Só traziam alegria e no lugar colocaram
outras fantasias...
A felicidade me vem configurada,
Desviada pr'um outro lugar
Procurando fico, com esperança
de encontrar...
Terminando de contar uma
Linda lenda de encantar até
Reis e meretrizes...deixo os
Meus livres desejos, que todos,
Um dia, serem felizes...
Desejo isso apenas para vocês,
Pois estou cansado de viver
essa insistência irritante.
Markoz Montello
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